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sábado, 11 de abril de 2015

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Filme: Cinderela


Título: Cinderela
Diretor: Kenneth Branagh
Ano: 2015
Elenco: Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden, Stellan Skarsgard, Holliday Grainger, Derek Jacobi, Helena Bonham Carter.
Gênero: Fantasia.
Sinopse: Ella é uma garota que vive feliz em seu pequeno mundo perfeito até que sua mãe adoece e morre, mas como últimas palavras a mãe lhe aconselha: Tenha coragem e seja gentil! Ella então se agarra a essas palavras pelo resto de sua vida, principalmente quando seu pai se casa com uma mulher fria e fútil trazendo com ela suas duas filhas. E como tudo na vida, quando as coisas estão ruins sempre pode ficar pior, o seu pai parte em uma de suas viagens, ele era mercador, mas nunca volta pra casa, morrendo no caminho. Sozinha, Ella se vê a mercê de sua madrasta e suas duas meis-irmãs malvadas que se aproveitam dela. Tudo muda quando Ella conhece um bonito cavaleiro na floresta e sua fada madrinha resolve aparecer pra lhe ajudar.

Mas vocês já conhecem a história né? Vamos falar do filme então:

Cinderela é mais uma refilmagem de clássicos que a Disney está fazendo, assim como foi com Malévola a historia é toda em live-action, mas diferente do filme estrelado por Angelina Jolie, Cinderela vem bem mais livre de efeitos especiais, apenas a preparação para o baile pediu mais recursos técnicos, o longa é bem colorido, mas simples e delicado e isso é o que o deixa tão bonito! Desde os vestidos usados por Ella, ao castelo do Príncipe tudo é lindo assim como deve ser um conto de fadas, mas nada extremamente exagerado, (a não ser os vestidos das meias-irmãs) o que contribui para a ingenuidade e meiguice de Ella.


 A personagem principal é vivida por Lily James (Dowton Abbey), mas quem rouba a cena é Cate Blanchett (a Galadriel das trilogias: O Senhor dos Anéis e O Hobbit) que ficou brilhante no papel da madrasta malvada! Linda e cruel, Cate arrepia até os cabelos da nuca com seus olhares intensos neste filme. Outro destaque é a genial Helena Bonham Carter (Harry Potter) interpretando a fada madrinha e faz também a narração da história. Dando vida ao príncipe nós vemos Richard Madden (Game of Thrones).
Cate Blanchett
O filme funciona mais como uma homenagem ao original, pois mantém o enredo bem parecido com o clássico, a moral da história consiste na determinação de Cinderela de ser corajosa e gentil diante de qualquer situação de sua vida e ela é recompensado por isso. O romance com o príncipe se desenvolve a partir de um encontro ao acaso na floresta, ele se apaixona por Ella mas não sabe nem seu nome, por outro lado, Ella não sabia que o misterioso na floresta era o príncipe do seu reino. Os dois se reencontram novamente no baile, ele precisa se casar para assumir como rei e ela vai ao baile com a intenção de fugir de sua vida deprimente.

 Cinderela é um filme suave com pitadas de humor e com uma forte mensagem moral, em uma sociedade em que as pessoas são cada vez mais competitivas e grossas umas com as outras e que ser humilde é o mesmo que ser fraco, a história resgata valores como bondade, delicadeza, simplicidade e gentileza, que são verdadeira força da personagem

Confira o trailer:

                     

quinta-feira, 9 de abril de 2015

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Resenha: As Crônicas de Bane

Título: As Crônicas de Bane
Original: The Bane Chronicles
Autoras: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson
Tradutora: Rita Sussekind
Editora: Galera
Páginas: 392
Sinopse: Nesta edição ilustrada, são narradas as mais diversas aventuras do feiticeiro imortal Magnus Bane, das aclamada séries de Cassandra Clare. Entre escapadas no Peru e resgates reais na Revolução Francesa, acompanhe fragmentos da vida do enigmático mago ocorridos em diversos países e períodos históricos, com aparições de figuras conhecidas como Clary, Tessa, Will e Alec, personagens de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais.
Magnus Bane, o mais divo e amado feiticeiro de todos (pra mim pelo menos...) ganhou um livro inteiro só para si. Fiquei super empolgada quando saiu a notícia, há 2 anos, de que isso aconteceria. Sou super fã das séries da Cassandra Clare e Magnus sempre foi um dos meus personagens preferidos e claro que amei a ideia de um livro só dele. Mas vamos ao que interessa!

O livro As Crônicas de Bane é uma coletânea de 10 histórias que narram algumas aventuras do feiticeiro Magnus Bane, personagem criado por Cassandra Clare na série Os Instrumentos Mortais. Inicialmente essas histórias foram publicas separadamente em forma de e-book. Só depois de 10 meses (foi uma história publicada por mês) é que foi lançada a versão física do livro. Não vou falar especificamente sobre cada história, mas um apanhado geral, senão a resenha ficaria muito extensa.

Magnus Bane é um feiticeiro muito fashion (há controvérsias quanto a essa informação...) e aventureiro. Ele adora viajar pelo mundo, conhecer pessoas, se apaixonar. Neste livro é possível adentrar mais a fundo na história do personagem e conhecer seus amigos que não são Nephilim. Os também feiticeiros Catarina e Ragnor Fell acabam dando um toque de humanidade à vida de Magnus com sua amizade.

Com muitíssimo bom humor Magnus nunca se deixa abater. Imortal, ele teve que aprender a sempre seguir em frente com a morte de amigos e amantes humanos e mesmo que não fique mais fácil fazer isso com o tempo, Magnus nunca desanima e prefere lembrar dos bons momentos a ficar sofrendo incessantemente pela perda. As histórias são bem divertidas e é maravilhoso acompanhar o desenvolvimento do personagem ao longo dos anos. Magnus é sempre engraçado e muitas vezes sarcástico, nunca se deixando intimidar por ninguém.

As séries de Cassandra Clare são focadas no ponto de vista dos Caçadores de Sombras e apesar de gostar muito, também adorei ver as coisas do ponto de vista do Submundo para variar.  Eles não são simplesmente monstros e criaturas perigosas como os outros livros nos levam a crer, mas pessoas que também têm sentimentos e podem ser tão bondosas quanto as outras.

Não acho que seja estritamente necessário ter lido Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais para ler este livro. Mas pra quem está lendo ou pretende ler as séries eu aconselho que leia as séries primeiro e só depois leia As Crônicas de Bane. Claro que fica totalmente a seu critério, mas foi assim que eu fiz e deu muito certo. Para quem não tem interesse pela série, ler somente este livro não fará muito sentido, mas nada impede que você o faça.

Como disse não vou entrar em detalhes sobre as histórias, mas gostaria de acrescentar que meu conto favorito foi Os Rumos de um Amor Verdadeiro (e os primeiros encontros). Pra não dar spoilers: o motivo pelo qual eu gostei foi porque eu simplesmente adoro Malec (quem leu Os Instrumentos Mortais vai saber o que é isso ;)

Pra finalizar: o livro é em terceira pessoa como é padrão das outras duas séries também. A narração é fluída, muito fácil de ler, sem deixar cansativo em momento algum. A Galera me surpreendeu com a qualidade de impressão deste livro e espero que essa melhora tenha sido em todos os seus novos livros. No começo de cada história tem um desenho, o que eu achei incrível!  Os desenhos são em um estilo meio mangá e ficaram demais. Enfim! Recomendo muito mesmo o livro pra quem acompanha as séries da Cassandra. Continuem ligados no blog!